Jornal Olho Vivo Cult - Janeiro/2014 (pág. 03)

Nos bastidores da arte com Rodrigo Hallvys
Ator e diretor dirige sua produtora no Rio, abre a proposta para vertentes distintas
e está produzindo material para atores também em Volta Redonda

Fotos: Divulgação/Jana Machado - Lottus Produções Fotográficas


Cláudio Alcantara

Rodrigo Hallvys está numa fase de "ficar nos bastidores" durante a maior parte do tempo. O motivo? O ator e diretor, que é de Volta Redonda, dirige atualmente sua própria produtora (a RH Soluções Artísticas), no Rio de Janeiro. "Estou aberto aos trabalhos sem deixar de filtrá-los", diz, enfatizando que está mais calado mesmo. Hallvys é conhecido na Cidade do Aço por trabalhos realizados no Grupo Estudarte. Graduado em Teatro e com oficinas e workshops no currículo, agora abre a proposta para vertentes distintas e está produzindo material para atores também em Volta Redonda, onde mantém laços.

-Quando retornei a Volta Redonda, em meados de 2002, o planejamento era para ficar fixo durante apenas seis meses, mas também criar algo para produzir na cidade. Contudo, as coisas aconteceram de outra forma e fiquei durante anos. A decisão já estava tomada, mas o processo foi lento. Eu queria voltar para o Rio com mais estrutura, mais conhecimento, mais amadurecido, mais técnica... e isso levou um tempo para ficar do jeito que precisava - conta.

Hallvys ficou dois anos vivendo entre Rio e Volta Redonda, por conta da faculdade em Barra do Piraí e do Estudarte. Só terminou de levar sua mudança para o Rio quando concluiu a faculdade.

-Nesse período eu precisava descansar a cabeça quanto à área artística. Eu estava esgotado por vários motivos somados. Então fiquei oito meses trabalhando com logística administrativa, que é algo que também gosto pela organização e burocracia, pois me apetecem. Saí do trabalho de logística em um dia e, no dia seguinte, recebi um convite para voltar a trabalhar com arte - fala.

-Entendi isso como um sinal do Universo. Contudo, não considero ter "uma" linha de trabalho saudável. Se o artista não procura experimentar várias linhas e se desenvolver em várias ele só vai saber produzir de uma maneira. Acaba se limitando de alguma forma e fechando algumas portas até para o seu próprio sustento - acrescenta.

O ator e diretor ressalta a gratidão e carinho por muita gente que ficou em Volta Redonda. Para se ter uma ideia, só com o Estudarte foram sete festivais.

-Muitas pessoas que não tinham ligação direta com os envolvidos no grupo passaram a acompanhar o nosso trabalho. Depois que ingressei na faculdade de teatro a coisa melhorou muito, porque tive oportunidade de rever os erros que eu cometia em direção e pude aprimorar o trabalho para corrigi-los. - comenta.

Com a experiência no Rio, há como comparar o movimento artístico entre as duas cidades? Para o ator e diretor, comparar é uma questão delicada:

-Precisamos ter um determinado tato, pois cada movimento se organiza de acordo com a realidade que existe em sua vivência. E as realidades entre as cidades são discrepantes demais. Posso comparar a realidade, mas não tenho como dizer um caminho absoluto, afinal, não vivo em todos. Com o tempo comecei a ver falhas em comportamento de várias "hastes" no que dizemos produção artística em Volta Redonda, mas creio que a maturidade venha com o tempo para todo mundo e as coisas se acertam.

Rodrigo Hallvys está certo, afinal, investimos para viver e sobreviver de nossas carreiras.


Jornal A Voz da Cidade - 14/01/2014 - Variedades (capa)

RH Soluções Artísticas
abre espaço para o Sul Fluminense

Foto: Divulgação / Daniel Gravina - Lottus Produções Fotográficas


Franciele Aleixo

Entrando em seu terceiro ano de trabalho, a RH Soluções Artísticas firma parcerias e abre espaço para negociações na região Sul Fluminense, oferecendo serviços especializados para atores que pretendam investir em suas carreiras.

Rodrigo Hallvys, diretor executivo da produtora, explica que a empresa trabalha com preparação de elenco para testes, audições, concursos, festivais, monta casting para eventos e começou, no fim do ano passado, a produzir book’s e videobook’s para atores que tenham objetivo de fazer cadastros em emissoras de televisão e produtoras de cinema.

No próximo sábado, a produtora iniciará um workshop de interpretação para vídeo em Volta Redonda. As matrículas estão abertas. Mais informações é só enviar um e-mail através do site www.rhsolucoesartisticas.com.br

“Tive oportunidade de contato com material específico para cadastros de atores em produções de elenco. É um material diferente do que vemos para modelos e outros ramos. Inclusive, na época, precisei refazer meu material porque a análise do mercado de trabalho havia mudado neste sentido”, explica Rodrigo Hallvys, diretor executivo da produtora.

O polo da empresa no Rio de Janeiro já possui uma equipe formada por profissionais de cinema e audiovisual, com experiência de trabalho e a região acaba de montar uma equipe para atender encomendas e pedidos sem precisar se deslocar até a capital apenas para a produção do material.
“No Rio temos a Tatiana Müller, que é diretora, roteirista e trabalhou na produção de novelas da Record e o Carlos Voltor, que tem uma experiência fantástica em fotografia, edição e câmera também. Em Volta Redonda, montamos uma equipe com universitários em cinema que demonstraram uma capacidade enorme de produção”, detalha o diretor executivo.

Hallvys explica que o motivo de se fazer o material diretamente na região abre facilidades para trabalhos dos atores. “É muito mais vantajoso para os atores já levarem seus materiais prontos e chegar lá para se cadastrarem do que ficarem indo para fazer o material, depois buscar o mesmo e depois agendarem cadastros. Ficaria desgastante e gastariam muito neste zigue-zague. Além do mais, montando uma equipe, abrimos oportunidades de negociações com agências de publicidade que tenham interesse em casting para diversos trabalhos, além de fazermos vídeos institucionais para diversas empresas”, explicou.

A RH Soluções Artísticas fez uma parceria com a Lottus Produções Fotográficas, que ficará responsável pelos book’s especializados para atores, enquanto a equipe de audiovisual foca nas filmagens dos videbook’s, além de poderem prestar serviços para agências de modelos, publicidades e outras produtoras regionais e, ainda, dão orientações para cadastros e montam casting para eventos e exposições a partir de encomendas de outras empresas.

“Felizmente estamos com uma ramificação de trabalhos em várias áreas. Tendo mão de obra e material qualificado, podemos fazer produções dentro e fora da região, trazendo mais atenção para os movimentos locais. Levei um tempo considerável para amadurecer isto. A ideia já existia há tempos, mas teria sido um estrago se eu tivesse colocado em prática naquela época”, comenta, em meio a um sorriso de contentamento.

Equipe RH Soluções Artísticas – Sul Fluminense: Jana Machado, Rodrigo Hallvys, Lucas Mendonça, Lane Lopes, Júlio Napoli, Gustavo Monlevad e Humberto Gomes



Site Olho Vivo - 14/01/2014 - Olho Pop

Rodrigo Hallvys dirige sua própria produtora no Rio
Ator e diretor abre a proposta para vertentes distintas e está produzindo material para
atores também em Volta Redonda

Fotos: Jana Machado/ Lottus Produções Fotográficas


"Com o tempo comecei a ver falhas em comportamentos de várias hastes
no que dizemos produção artística em Volta Redonda, mas creio que a
maturidade venha com o tempo para todo mundo e as coisas se acertam"

Rodrigo Hallvys está numa fase de "ficar nos bastidores" durante a maior parte do tempo. O motivo? O ator e diretor, que é de Volta Redonda, dirige atualmente a sua própria produtora (a RH Soluções Artísticas), no Rio de Janeiro. "Estou aberto aos trabalhos sem deixar de filtrá-los", diz, enfatizando que está mais calado mesmo. Hallvys é conhecido na Cidade do Aço por trabalhos realizados no Grupo Estudarte. Graduado em teatro e com oficinas e workshops no currículo, agora abre a proposta para vertentes distintas e está produzindo material para atores também em Volta Redonda, onde mantém fortes laços. Conseguimos que o artista deixasse a introspecção de lado por alguns momentos nesta entrevista ao OLHO VIVO.

Confira a entrevista com Rodrigo Hallvys

Ao voltar ao Rio, você já tinha a sua linha de trabalho pronta? Ou seja, onde e como atuar?

Fiquei dois anos vivendo entre Rio e Volta Redonda por conta da faculdade em Barra do Piraí e do Estudarte. Só terminei de trazer minha mudança para o Rio quando terminei a faculdade. Neste período eu precisava descansar a minha cabeça quanto à área artística. Eu estava esgotado por vários motivos somados. Então fiquei oito meses trabalhando com logística administrativa, que é algo que também gosto pela organização e burocracia, pois me apetecem. Saí do trabalho de logística em um dia e, no dia seguinte, recebi um convite para voltar a trabalhar com arte. Entendi isso como um sinal do Universo. Contudo, não considero ter "uma" linha de trabalho como saudável. Se o artista não procura experimentar várias linhas e se desenvolver em várias ele só vai saber produzir de uma maneira. Acaba se limitando de alguma forma e fechando algumas portas até para o seu sustento.


Agora você tem a sua empresa de produção de arte, certo? Como e em que ela atua?

Produzimos casting e equipes de produção para eventos, shows, congressos. Preparamos atores, desde a concepção e construção de um trabalho até o comportamento no mercado. Fornecemos e preparamos materiais para eles, como book's e videobook's para os que precisarem se cadastrar em emissoras e produtoras de cinema. Este material é preparado por uma equipe de roteiristas e cineastas. Preparamos alguns atores para um concurso em teatro e cinco deles foram indicados às premiações, recebendo alguns dos prêmios e acabei sendo indicado também no quesito direção. Preparamos alguns outros para audição de uma releitura de 'Chicago' e todos eles foram aprovados. Fiquei satisfeito quando me ligaram dando a notícia. E um dos novos trabalhos que estamos prestando é com preparação e produção de animais para novelas também.

Qual o trabalho mais recente realizado por você (sua empresa) aí no Rio?
Festival de Esquetes Estudantis de Vargens, em dezembro. É algo um tanto semelhante ao que fazíamos com o Estudarte. Porém, mais simples ainda.

Você já havia morado no Rio, depois retornou a Volta Redonda, onde realizou inúmeros trabalhos. O que ficou desse período, dessa vivência artística em Volta Redonda?
Gratidão e carinho por muita gente. Só com o Estudarte foram sete festivais. Muitas pessoas que não tinham ligação direta com os envolvidos no grupo passaram a acompanhar o nosso trabalho. Depois que ingressei na faculdade de Teatro a coisa melhorou muito, porque tive oportunidade de rever os erros que eu cometia em direção e pude aprimorar o trabalho para corrigi-los.

Não há como comparar o movimento artístico entre as duas cidades? Ou há? O que pode ser mudado para intensificar a produção artística em Volta Redonda?
Comparar movimento é uma questão delicada e precisamos ter um determinado tato, pois cada movimento se organiza de acordo com a realidade que existe em sua vivência. E as realidades entre as cidades são discrepantes demais. Posso comparar a realidade, mas não tenho como dizer um caminho absoluto, afinal, não vivo em todos. Com o tempo comecei a ver falhas em comportamentos de várias "hastes" no que dizemos produção artística em Volta Redonda, mas creio que a maturidade venha com o tempo para todo mundo e as coisas se acertam. Pelo menos, creio ter vindo para mim e tenho certeza que daqui uns anos ainda serei bem diferente de agora. Para intensificarmos temos que analisar e reanalisar o próprio trabalho constantemente e buscar caminhos de desenvolvimento e sustentabilidade. Afinal, investimos para viver e sobreviver de nossas carreiras.

Você sente que os artistas locais amadureceram em seus trabalhos? O que mais chamou a sua atenção nesse período em que você ficou em Volta Redonda?
Seria errado generalizar. Cada artista é um ser. Faz as coisas no seu próprio tempo e se desenvolve de acordo com seu próprio ritmo. Vi muitos amadurecendo, outros nem tanto. Aprendi com muitos e me decepcionei com vários. O que mais me chamou a atenção foi a fragilidade de ego de alguns e a falta de ética que acaba sendo desencadeada. Isto foi tão forte que precisei me policiar para não cometer os mesmos erros que os outros. Até cheguei a "pisar na jaca" durante um período, quando mais novo. Porém quando percebi, procurei consertar e até me afastei de determinadas situações. Aprendi a ouvir mais e falar menos sobre muitas coisas e, principalmente, cuidar do meu trabalho e não ficar vigiando ou metralhando o que não me diz respeito.

Tudo na vida tem seus pontos positivos e negativos. Morar e trabalhar no Rio não seria diferente. Como você lida com isso?

No Rio a informação artística chega a você de forma mais acessível sim. Você vive de bilheteria sim. Você tem opção de viver de comercial ou experimental sim. E até tem oportunidade de fazer as duas coisas. Afinal você tem que saber quais são as "suas artes". Você é obrigado a melhorar seu trabalho para conseguir mantê-lo porque há uma concorrência enorme. Sem contar quando você perde algum trabalho para alguém que não tem um grande preparo. É uma realidade que fui aprendendo a lidar. Mas o que mais pesa é a saudade das pessoas que sempre me deram as mãos, tanto em Volta Redonda quanto na região. Saudade machuca e é um ponto não muito positivo em alguns momentos.


Com a experiência adquirida nos trabalhos da sua empresa aí no Rio você pensa de alguma forma trazê-la para Volta Redonda?

A ideia de montar uma produtora veio em 2002, retornando à Volta Redonda. Imagina o desastre que seria. Eu estava muito imaturo e despreparado naquela época. Ainda bem que não aconteceu. (risos) Mas já estamos começando a preparar algo sim. Fizemos parceria com o estúdio Lottus Produções Fotográficas, em Volta Redonda, para produzir book's especializados para atores da região, que pretendam chegar com material de qualidade no objetivo de cadastros em emissoras de tv e produtoras de cinema. Também estamos abertos para montar casting e equipes de produção para eventos e publicidade na região. E pretendemos aumentar o número de palestras. Com o tempo as coisas se acertam.

Projetos futuros, o que vem por aí?
Hum (pensa). Ainda não sei o que vem pela frente, mas assim que souber eu volto para contar. (risos)



Jornal Diário do Vale - 19/01/2014 - Coluna Social Mário Sergio



Jornal Diário do Vale - 20/02/2014 - Coluna Social Mário Sergio

Foto: Jana Machado / Lottus Produções Fotográficas

Website Palpitaria Brasil - 13/03/2014 - Cultura

RH Soluções Artísticas prepara agenda de novos trabalhos
Interessados poderão contratar serviços como workshops de interpretação,
palestras e montagem de casting

Fotos: Divulgação / Alexander Rodrigues

Karla Prietto, Isabel Fillardis, Rodrigo Hallvys, Flávia Santana e Lílian Valeska

Por: Aparecida Basto

RIO- O segredo do sucesso é sem dúvida uma boa preparação. E nesse quesito a produtora RH Soluções Artísticas tem boa experiência produzindo eventos de destaque como o encontro do grupo ‘As Sublimes’ em 2012 e promovendo festivais como o de “Esquetes Estudantis de Vargens”, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 2013. Para esse ano a empresa está com a agenda aberta para negociações de workshops de interpretação, palestras em escolas, universidades e centros culturais e, montagem de casting para eventos.

O ator e diretor premiado Rodrigo Hallvys, proprietário da produtora, explica que quando fundada, em 2012, a empresa entrou no mercado de trabalho com o ‘pé direito’. “Montamos o casting de recepcionistas para dois eventos nacionais ocorridos no Rio de Janeiro logo de cara, mas o destaque foi a produção do encontro do grupo ‘As Sublimes’”, conta, lembrando que o objetivo era reunir as cantoras Isabel Fillardis, Karla Prietto, Lílian Valeska e Flávia Santana para filmar o vídeo de agradecimento aos fãs pela campanha ‘Volte Sublimes’, na internet. Hallvys que é fã das cantoras, que fizeram muito sucesso nos anos 90, destaca que o evento foi um grande sucesso e emocionou muitas pessoas. “Foi uma mistura de emoções. Acompanho as cantoras desde quando lançaram o primeiro disco, em 1993. Conheço toda a trajetória do grupo e da carreira solo de cada uma, reuni-las foi marcante não só para mim, mas para todos que admiram o trabalho delas. Rolou choradeira e muita gratidão pelo carinho que os fãs demonstram ainda cerca de vinte anos depois da história começar”, diz.

Outros projetos de destaque

A equipe da RH Soluções Artísticas viajou por várias cidades ministrando palestras sobre ‘A importância do Ensino da Arte para Portadores de Necessidades Educativas Especiais’, ainda em 2012. No ano passado a empresa preparou atores, produziu o esquete ‘Barulho’, fez parceria com duas empresas que trabalham com animais-atores para novelas, filmes e comerciais, e encerrou 2013 promovendo o ‘Festival de Esquetes Estudantis de Vargens’, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.


Fotos: Divulgação / Jana Machado

Rodrigo Hallvys


Levando preparação e informação artística

Entre os materiais disponíveis para os atores, a empresa disponibiliza book’s e videobook’s produzidos, segundo Hallvys, exatamente no ritmo que os profissionais apresentam, partindo do texto para a composição. Ainda, de acordo com o diretor, a produtora desenvolve o material dentro dos padrões exigidos atualmente para cadastro de atores em emissoras de televisão e produtoras de cinema. “Tive oportunidade de conhecer bons materiais. Assistir bons vídeos e analisar os estilos de fotos que são exigidas. Então montamos uma equipe de audiovisual no Rio e outra no Sul do Estado, ainda com parceria ao estúdio Lottus Produções Fotográficas, para atendermos a clientela e gerarmos mão-de-obra técnica e artística, abrindo oportunidade para negociarmos diversas produções.”, explica.

CONTATOS

Para as cidades, empresas e universidades que tenham interesse em contratar os trabalhos da RH Soluções Artísticas podem entrar em contato através do site www.rhsolucoesartisticas.com.br


Jornal Olho Vivo Cult - Março/2014 (pág. 04)


Na região são muitas as vozes femininas talentosas;
não foi nada fácil indicar apenas dez cantoras para o voto popular no site;
todas merecem um troféu de destaque, mas a mais votada
pela segunda vez no Prêmio Olho Vivo foi Carina Sandré, com
49,59%; o ator e diretor Rodrigo Hallvys entregou o troféu.

Website Olho Vivo - 18/07/2014

Já conferiu a página dos jurados do Prêmio OLHO VIVO 2014? São 30 profissionais. Veja as fotos e os currículos de cada um deles.
www.olhovivoca.com.br

Revista Mais Alegria - Agosto/2014 (pág. 22)

Rodrigo Hallvys
A cultura da inclusão


Arte

A conscientização sobre a formação do ser humano em sua cidadania plena é uma preocupação que tem feito parte da vida do ator Rodrigo Hallvys. Atualmente residente no Rio de Janeiro, trabalhando em sua produtora e preparando elenco, ele também divide seu tempo dando aula e palestras que levam à reflexão sobre a inclusão em suas várias áreas, utilizando o próprio discurso artístio a favor da formação cidadã. Rodrigo falou à MAIS ALEGRIA sobre sua experiência.

"Abordar assuntos e temas de inclusão traz reflexão e todas as disciplinas podem contribuir. Arte é uma produção baseada em um contexto histórico ou cultural, em que o artista reflete sobre algo, se apropria do conhecimento em cima disso e produz sua arte com o intuito de causar uma discussão ou reflexão de seu ponto de vista sobre esse assunto. Educa-se através da Arte a partir do momento que você tem consciência que o objetivo da Educação também é o mesmo: reflexão e aprendizagem para melhorar o próprio mecanismo. Muitas são as escolas que ainda precisam de esclarecimento maior sobre o que é Arte para entender sua importância e, ao mesmo tempo, se prepararem para a tão declarada inclusão. Inclusão é muito mais do que fazer rampas e corrimãos, colocar braile ou libras. Existem vários tipos de necessidades e os educadores precisam pesquisar mais sobre isso também.

É preciso consumir e discutir arte. É preciso vivenciar e ter contato com arte para começar a entendê-la. Deixar clara sua função e como ela é útil na formação das pessoas. Conhecimento não ocupa espaço. Eu vejo que o problema vem na raíz da educação. Não se vê estímulo ao aprendizado. O discente precisa ter prazer e curiosidade pelo que está estudando e falta ensinar essa utilidade.

Passei alguns meses desenvolvendo técnicas de interpretação teatral com oito alunos surdos, no colégio Marcelo Drable, em Barra Mansa. Saí dali com uma melhora em mim mesmo. Vi a sensibilidade de pessoas que não tinham como ouvir e vocalizar, mas que conseguiam passar seus sentimentos em informações que não são sempre baseadas na linguarem, na Libras. Esses belos seres humanos desenvolvem o olhar periférico de uma forma incrível simplesmente pelo fato de não terem audição completa como a nossa. Combinei que eu ensinaria Teatro a eles e, em troca, me ensinariam sua língua. Sempre que tenho oportunidade, leio sobre inclusão e saúde, me comunico com pessoas com necessidades especiais. Sempre me enriquece, pois são histórias e vivências diferentes. Artisticamente, me fizeram pensar e entender mais sobre o comportamento humano. Como cidadão, me fez ser mais humano também. E como educador, me deu estímulo para buscar sugestões e formas que gerassem oportunidade a todos os meus alunos. Aprendi a respeitar o tempo de aprendizado das pessoas. Pessoas com necessidades especiais se esforçam para se adaptar ao mundo dos que se dizem "normais". Mas estes precisam também gerar condições para que as pessoas com necessidades estejam juntas. Ninguém quer se sentir excluído. É algo que dói, com toda certeza. Precisamos respeitar a subjetivdade das pessoas. Aceitar suas limitações e buscar formas de superação. Meu irmão, Diego Machado, disse em sua oratória de graduação em Pedagogia "As leis são iguais para todos. Mas as pessoas são diferentes e devemos respeitá-las por isso". E e assim mesmo que precisa funcionar.

Em minhas palestras exponho pontos de vista que tenho quanto à Educação. O professor não deve ser só formador de opinião, mas estimulador de pesquisa e reflexão para que o discente forme sua própria opinião sobre cada assunto. Desenvolver e estimular um cidadão participativo e crítico a ponto de ele mesmo buscar e sugerir formas de transformação da sociedade. Eu costumo levantar questionamentos que fazem as pessoas pensarem em situações onde elas estariam inseridas na situação da inclusão. Vou na ferida utilizando formas sutis. As reações são sempre as melhores, quado abro para questionamentos e, até apóes o término, sempre pessoas comentam que não haviam pensado em determinados pontos e gostam do que eu abordo. Eu acabo querendo pesquisar mais depois, sempre inserindo mais algum detalhe. O docente e a gestão educacional precisam gerar oportunidades."

Atualmente é preparador de elenco e arte-educador, além de proprietário da RH Soluções Artísticas.
www.rodrigohallvys.com.br
www. rhsolucoesartisticas.com.br
Foto: Jana Machado (Lottus Produções Fotográficas)



Jornal Diário do Vale - 22/11/2014 - Coluna Social Mário Sergio

Foto: Jana Machado / Lottus Produções Fotográficas


Site Tablóide Fluminense - 22/11/2014 - Teatro

Mudanças que o tempo traz
Segunda edição do Festival de Esquetes Estudantis de Vargens traz leve semelhança
com o grupo Estudarte, de Volta Redonda

Por Pietro Schimith

Já são quatro anos desde o último festival de teatro do grupo Estudarte, em Volta Redonda. Várias mudanças ocorreram durante seus sete anos de festivais e parece que essas mudanças não pararam com o tempo. Rodrigo Hallvys, que era responsável pela direção geral do grupo mudou-se para o Rio de Janeiro no início de 2011. Ficou oito meses fora da área artísticas e acabou retornando através de convites. O que ocasionou a inauguração da produtora RH Soluções Artísticas, que está produzindo vários trabalhos em eventos, televisão, cinema e publicidade desde 2012.

Só isso? Não. Ano passado ele fez um simples festival de esquetes com apenas quatro pequenos textos e nove atores. O evento ganhou oportunidade de crescer e a parceria com o Centro Educacional Nossa Senhora de Fátima também se desenvolveu. Hoje, a parceria também se estende à agência Piá Carioca e estão produzindo a segunda edição do festival, que contará com dez esquetes e vinte e três atores, se dividindo em apresentações nos dias 13 e 14 de dezembro, às 19h30min, na Zona Oeste do Rio.


Fotos: Jana Machado/ Lottus Produções Fotográficas


- Arte é um produto desenvolvido através de reflexão sobre um contexto histórico e/ou cultural, munido de propriedades artísticas com o objetivo de causa uma reflexão sobre o assunto abordado. Essa ideia também era o que movia o Estudarte, então alguns pontos são semelhantes. O que muda são as propostas técnicas, cênicas e a composição do processo que utilizamos. – explica Rodrigo.

Dos dez espetáculos, cinco já foram apresentados em festivais do Estudarte, quatro são inéditos e um estreou ano passado. São textos que abordam impunidade, medo, psicopatia, loucura, relacionamento amoroso, preconceito religioso, bulimia e fofoca. Tudo dividido entre dramas e comédias e com entrada gratuita.



-Hoje temos uma equipe mais estruturada do que no ano passado. Eu tenho a Endy Parisotto produzindo o trabalho. Tenho a Stéphanie Alves fazendo a assistência de direção de alguns dos esquetes. E tenho a Eliete Braun, que faz nossos figurinos desde o ano passado. Creio que as coisas foram melhorando em uma forma geral – comenta o diretor, que considera as parcerias de suma importância. “A direção do centro educacional é ímpar, abraça a causa, se faz presente e estimula o trabalho. A parceria com a Piá Carioca trouxe oportunidade de vários atores chegarem junto ao trabalho. Então são possibilidades que surgem para criarmos mais estrutura” – ressalta.


Arte e reflexão gratuita.


FICHA TÉCNICA:

(Dia 13 de dezembro - sábado)

. Minha boneca - Gabrielly Lomboni e Natalia Braun
. As meninas da rua do medo - Brenda Polyana, Duda Simões e Luisa Nogueira
. Crise - Isabela Fontes
. Papo de muié - Isabella Britto e Rafaela Gomes
. Dez coisas que os homens odeiam nas mulheres - Arturo Steffen, Harisson Gomes e Jackson Santtoro

(Dia 14 de dezembro - domingo)

. Corpos e sombras - Izabella Cunha e Matheus Barretto
. Imagem da consciência - Endy Parisotto e Suele Oliveira
. Pratos vazios - Bárbara Villas Boas e Leonardo Villas Boas
. Hum, sei! - Caci Lobo, Carol Carpinteiro e Mariana Lustosa
. O beijo no umbigo - Dhy Vargas, Jonathan Carmo e Stéphanie Alves

. Direção geral - Rodrigo Hallvys
. Assistente de direção - Stéphanie Alves
. Produção - Endy Parisotto
. Figurino - Eliete Braun
. Luz e som - Harisson Gomes e Jonathan Carmo


Sites: www.rodrigohallvys.com.br / www.rhsolucoesartisticas.com.br

Serviço:
CENTRO EDUCACIONAL NOSSA SENHORA DE FÁTIMA - Rua Esperança, n° 19, Vargem Grande – Rio de Janeiro


Site Olho Vivo - 25/11/2014 - Teatro

Rodrigo Hallvys prepara II Festival de Esquetes de Vargens
Evento reunirá, na zona oeste do Rio, 23 atores em dois dias de apresentações
compostos por dez esquetes


Fotos: Jana Machado / Jonathan Carmo

Por Cláudio Alcântara

Dez anos depois do primeiro Festival de Teatro do CVR (Colégio Volta Redonda), com o Grupo Estudarte, Rodrigo Hallvys prepara a segunda edição do Festival de Esquetes de Vargens. Agora em parceria com a Piá Carioca e o Centro Educacional Nossa Senhora de Fátima. O evento reunirá 23 atores em dois dias de apresentações compostos por dez esquetes. Quem estiver na zona oeste do Rio de Janeiro nos dias 13 e 14 de dezembro, às 19h30, pode conferir o trabalho, que terá a entrada franca.

Era 2004 e o Estudarte, de Volta Redonda, se preparava para subir ao palco com seu primeiro festival de teatro. Algo um tanto sem pretensão, mas que rendeu um total de sete festivais, que se encerraram em dezembro de 2010. Nos últimos três anos dos eventos, Rodrigo Hallvys estava cursando o ensino superior em teatro e as alterações ocorreram em larga escala. Em janeiro de 2011, o diretor deixou o grupo e voltou a morar no Rio de Janeiro.




Tudo tem o seu tempo certo

Passaram-se alguns meses se dedicando à área de logística administrativa e recebeu um pedido para voltar a preparar atores, fato que resultou em alguns prêmios aos atores e boas indicações de seu trabalho. Em 2012 inaugurou a RH Soluções Artísticas e, no ano seguinte, encerrou uma oficina de interpretação e voltou ao ambiente escolar como professor, preparando um festival de esquetes no Rio de Janeiro. Algo bem mais simples do que o costume: quatro esquetes em um evento relâmpago.

O que não se imaginava é que aquele evento renderia uma segunda edição.

- Cresceu. Acho que é o que dá para falar. Não imaginava que o trabalho continuaria. Parece que estou revivendo algo que tive com o Estudarte. Bate uma alegria. A diferença é que o tempo e as oportunidades nos fazem amadurecer e rever as falhas, aparar as arestas e filtrar mais cada setor - comenta.


Semelhanças com o Estudarte não ficam na formação

O intuito do trabalho também é discutir comportamentos pessoais e sociais, com o objetivo de causar reflexões.

- Se não for para estimular reflexões, perde-se o teor do que é arte - diz.

Cinco esquetes já foram apresentados pelo Estudarte e estão com releituras mais detalhadas. Quatro textos são novos e um é releitura de esquete apresentado na primeira edição.

- Creio que as dificuldades crescem junto com as oportunidades. Hoje é um grupo triplamente maior. Temos o colégio e uma agência trabalhando conosco. Tenho meu braço direito na produção, que é a Endy Parisotto. Ela divide boa parte do fardo comigo e ainda trabalha em cena. Tenho a Stéphanie Alves, que, além de atuar, está fazendo algumas assistências e facilitando o trabalho. E tem o elenco, que está experimentando cenas cada vez mais complicadas. Porque acho que meus textos estão ficando cada vez mais difíceis - diverte-se o diretor.

(Dia 13 de dezembro - sábado)

. Minha boneca - Gabrielly Lomboni e Natalia Braun
. As meninas da rua do medo - Brenda Polyana, Duda Simões e Luisa Nogueira
. Crise - Isabela Fontes
. Papo de muié - Isabella Britto e Rafaela Gomes
. Dez coisas que os homens odeiam nas mulheres - Arturo Steffen, Harisson Gomes e Jackson Santtoro

(Dia 14 de dezembro - domingo)

. Corpos e sombras - Izabella Cunha e Matheus Barretto
. Imagem da consciência - Endy Parisotto e Suele Oliveira
. Pratos vazios - Bárbara Villas Boas e Leonardo Villas Boas
. Hum, sei! - Caci Lobo, Carol Carpinteiro e Mariana Lustosa
. O beijo no umbigo - Dhy Vargas, Jonathan Carmo e Stéphanie Alves

. Direção geral - Rodrigo Hallvys
. Assistente de direção - Stéphanie Alves
. Produção - Endy Parisotto
. Figurino - Eliete Braun
. Luz e som - Harisson Gomes e Jonathan Carmo

______________________________________________________
Serviço

> Festival de Esquetes de Vargens - Rua Esperança, 19, Vargem Grande, Rio de Janeiro.


Site Barra da Cultura - 26/11/2014 - Teatro

II Festival de Esquetes Estudantis de Vargens


Fotos: Jana Machado / Jonathan Carmo



Por Rafael Poubel


O II Festival de de Esquetes Estudantis está de volta. O evento contará com dez esquetes e 23 atores em dois dias de apresentações, com direção geral de Rodrigo Hallvys, dias 13 e 14 de dezembro, às 19h30min, com entrada gratuita, no Centro Educacional Nossa Senhora de Fátima, em Vargem Grande.

A primeira edição, ocorrida no ano passado, foi sediada pelo Espaço Via Alternativa, em Vargem Pequena e resultou em uma continuidade do trabalho por parte da produção. “O Via Alternativa acabou de mudar de endereço e está se ajustando, por isso migramos para outro lugar. Mas quem sabe na próxima edição estaremos lá novamente? O carinho pela parceria é enorme” – comenta Rodrigo Hallvys, diretor geral do evento.


Dessa vez o evento será no Centro Educacional Nossa Senhora de Fátima, responsável pela instalação de uma das oficinas de interpretação de Rodrigo Hallvys.

-Sou professor da casa e é gratificante quando temos nossas causas abraçadas. E creio que o apoio do colégio é fundamental para termos dado continuidade. São 13 atores de lá e outros dez da Agência Piá Carioca. Estamos preparando bons momentos para a plateia. – explica.

Preconceito, bulimia, fofoca, loucura, crises existenciais, psicopatia e fome são alguns dos temas abordados pelos esquetes no atual evento e seis deles já integraram outros eventos teatrais.



Com o crescimento do projeto, que passou de quatro para dez espetáculos, a estrutura e equipe também precisaram crescer. A atriz Stéphanie Alves também faz a assistência de direção e a modelo Endy Parisotto está no elenco e assina a produção do evento.

-Trabalhar com o que amamos faz fluir melhor, mesmo diante de dificuldades. Fica mais intenso e verdadeiro. Funciona melhor. Quando trabalhamos com um amigo de confiança, a sensação de que temos mais força cresce ainda mais – elogia Endy, a respeito da parceria com Hallvys.

A equipe apenas aconselha o público chegar um pouco mais cedo para conseguir garantir lugar, já que a entrada será gratuita. No mais, é estar pronto para divertir e refletir os temas.


Jornal A Voz da Cidade - 09/12/2014 - Variedades

Rodrigo Hallvys mostra novo fôlego em festival de esquetes
Semelhança com o grupo Estudarte está na proposta de
conscientização através dos temas abordados


Fotos: Jana Machado / Jonathan Carmo


Por Franciele Aleixo

A fase com grupo de teatro Estudarte, de Volta Redonda, parece ter deixado marcas consideráveis no trabalho do ator e diretor Rodrigo Hallvys. Foram sete festivais de teatro com o grupo, que teve seus trabalhos encerrados em 2010. Durante o tempo da trupe, muitas mudanças ocorreram e muitas melhorias se fizeram presentes. E parece que o desenvolvimento não parou. Após voltar a morar no Rio de Janeiro e ficar alguns meses afastado da área artística, Rodrigo Hallvys recebeu convite para preparar alguns atores para um concurso de teatro. O que não se imaginava é que alguns dos atores receberiam prêmios e indicações e tudo daria novo fôlego para ele voltar ao exercício de preparação.

Em 2012 ele fundou a RH Soluções Artísticas, uma produtora que está realizando diversos trabalhos e reestruturou sua oficina de preparação de atores, com técnicas resultantes de vários experimentos feitos por ele. Em dezembro do ano passado voltou a produzir festival de teatro, com quatro esquetes simples e sem pretensão, mas o resultado gerou uma segunda edição, que acontecerá em dezembro deste ano. “As coisas foram acontecendo de uma forma diferente. Fiz trabalhos com intuito mais simples. Contudo cresceram mais do que eu esperava”, explica o diretor.

Na segunda edição, o evento conta com 23 atores, distribuídos em dez esquetes, que estarão em cartaz nos dias 13 e 14 de dezembro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

O II Festival de Esquetes Estudantis de Vargens une atores adolescentes da oficina que Hallvys tem com o Centro Educacional Nossa Senhora de Fátima e outros adultos com a agência Piá Carioca. Acontecerá no próprio centro educacional e terá entrada gratuita, a partir das 19h30min.

A semelhança com o grupo Estudarte está na proposta de conscientização através dos temas abordados, mas a técnica de trabalho diferencia os dois momentos do trabalho. “O tempo passa e as oportunidades também nos modificam. O tempo inteiro ocorreram modificações nos trabalhos que me envolvi. Creio que seja questão de experiência e filtragem que vamos fazendo com o tempo”, ressalta.

Segundo Hallvys, as parcerias têm peso importante e a nova equipe também propõe outra visão. “Os atores que ali estão querem seguir carreira artística. Eles têm mais acesso à arte, fato que causa diferença para referência de pesquisa” – detalha.

A atriz Stéphanie Alves assina a assistência de direção, a atriz e modelo Endy Parisotto a produção e Eliete Braun é a responsável pelo figurino.

Rodrigo ainda afirma que já se levantou proposta para futuros projetos em Volta Redonda e região, reunindo atores locais e da capital, mas mantém em segredo do que realmente se trata. Agora é esperar as novidades acontecerem e quem estiver no Rio está convidado para assistir o evento.